DÉCADA DE 30:
Do jornal “VOZ DO SUL”, direção e propriedade do advogado José Lourenço Dias, e editor o Sr. Sebastião Guimarães, encontramos o teatro em meio à atividade escolar. As peças daquela época eram sempre escritas para deleite, para provocar o riso ou o suspense do público. Ambas as modalidades não tinham conteúdo que abordasse problemas sociais, etc. Eram espetáculos que, muitas vezes ostentavam cenários muito bonitos, artisticamente trabalhados, mas exclusivamente preparados para o que de melhor havia na “sociedade anapolina”, fato que os leitores poderão constatar com a leitura atenta desde, onde, à guisa de curiosidade, tomaremos a liberdade de transcrever inúmeros artigos ou “programas” de espetáculos.
Com o sugestivo título de “Festa Escolar”, do jornal “Voz do Sul”, número 3 de 07/12/30, iniciamos a primeira de uma série de importantíssimas transcrições, obedecendo a grafia original: “Pelas gentis senhoritas Belisária Faria, Zanira Campos e Diva Silva, inteligentes professoras do Grupo Escolar desta cidade, foi promovido um atraente festejo escolar, que proporcionou à sociedade anapolina duas horas de optimo recreio. A causa substantiva deste festejo foi a entrega de diplomas aos alumnos que concluíram o seu curso primário, os que foram paranyphados pelo actual Intendente Municipal, que pronunciou um brilhante discurso allusivo ao acto. O Edifício do Cine Goyanaz, onde se effectuou o festejo referido, ficou repleto dos melhores elementes da nossa sociedade. O programa delineado pelas promotoras dessa excelente festa, foi cumprido à risca e a contento geral.
Foi levada à scena a conhecidíssima comédia “AS 3 CRIADAS”, interpretando os papéis as alumnas Romilda Guerra, Inah Santos, Maria de Sousa e Amélia Cardoso, as quaes foram delirantemente aplaudidas...” Nesta época, tanto os homens como as mulheres, vestiam com rigor para solenidades como a que se refere o texto acima.
Do mesmo jornal, em seu número 6 (seis), datado de 28/12/30, descobrimos emocionados uma EQUIPE DE TEATRO ao que parece mais sólida: o CLUB DRAMÁTICO: “GRUPO DRAMÁTICO 14 DE JULHO” – Esteve em nossa redacção o representante do Club Dramático local, que nos pediu fazer sciente aos leitores que no próximo mez, aquelle Club apresentará ao público o importante drama “Veterano da Liberdade”, que tem alcançado, em todos os palcos do paiz, incomparável successo.
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O mesmo Club appela para os amadores emprestarem o seu concurso para o seu bom exito”. No número 22, de 19/04/31, anuncia-se a apresentação de um drama que, aqui mesmo em nossa cidade, em 1.963, a SATAN – Sociedade Artístico-Teatral de Anápolis, dava início às suas atividades: “THEATRO – a 23 do corrente, será levado o emocionante drama – UM ERRO JUDICIÁRIO, em três longos actos, e uma interessante comédia, em um acto, em benefício das obras da Igreja do Senhor Bom Jesus. Espera-se a maior concurrencia do povo annapolino.” É interessante observar como, naqueles tempos distantes, os responsáveis pelos jornais davam considerável importância às atividades teatrais. Assim é que os comentários sobre a peça e seus personagens, geralmente eram criteriosos, elaborados com maior zelo (não esquecendo seus autores anônimos de tecer “elogios” a todos...). Vejamos o que se publicou, sobre outro espetáculo: “THEATRO – No dia 28 passado, foi levado à scena, no “Cinema Goyanaz”, por um esforçado grupo de amadores, o conhecido e attrahente drama policial “Um Erro Judiciário”, cuja exhibição muito agradou ao público. Os intérpretes foram muito felizes e a peça bem ensaiada, cumprindo salientar aqui o papel do Dr. Saraiva, interpretado pelo nosso companheiro Jarbas Jayme, que deu a elle um realce admirável – gesticulação franca, scenas fortes e dicção excellente, mostrando-se conhecedor da arte de Procópio Ferreira. Intensidade maior deu elle a scena do dellíro de Saraiva, o qual, louco pela injustiça sofrida pela sua querida Maria, que suppunha morta, levava flores e mais flores a um suposto local, até a chegada da providência... Alexandre Sicchierolli, intérprete de Visconde de Ribeira Branca, já é conhecido bem no palco local, como excellente actor, e não se lhe pode negar um certo “que” scenico. É intelligente e impolga a platéa. Em summa – representou muito bem. O papel de Maria Sottomayor foi representado pela gracil senhorita Nenê Corrêa, que se mostrou apta e inteligente e deu realce a interpretação, muito agradando ao público. Pompêo da Rocha foi interpretado pelo Sebastião da C. Ferreira (Tãozinho) que, apezar de moço, methamorphoseou-se bém – muito calmo, senhor do que ia fazer e representou com segurança. Chiquinho Garcez, no papel de J. Sottomayor, foi também feliz – mostrou que conhece o palco e soube desempenhar o papel – calmo e interessante. Gentil Lins não foi menos feliz, quando interpretou Annibal Rocha. Herozé de Vellasco, interpretando o primeiro aldeão, caracterisou-se bem em Géca. Antônio Vellasco, no papel de policial foi applaudido, já porque é muito alto, já porque se achava bem fardado e fallava com expressão. Firmo de Vellasco, interpretou o presidente do Tribunal do Jury, que julgou Maria. Tinha mesmo ares de juiz e os óculos lhe davam muito respeito... Sisudo e calmo, ordenava providências em tons severos e ásperos, de quem mandava e não pedia. O pessoal do jury agradou também, não pelo silêncio, sinão pela pôze. Terminado o drama, foi levado ao palco a comédia regional – “Na Roça” – interpretada pelo A. Sicchierolli, no papel de José Leite; Herozé, no de Joaquim Novato; senhoritas Eucharis de Carvalho, no de Eugênia, e Inah Butta, no de Thereza. A comédia, assim como o drama, muito agradou. Os dois interpretes primeiros já eram conhecidos da platéa; os outros representaram muito bem, especialmente Luiz de Carvalho, que revellou bôa applicação e ser conhecedor da matéria. As senhoritas foram felizes e appaudidas com dellírio.” A platéa, porém, deixou muito a desejar, pelo alarido que fazia em ocasiões impróprias... crianças chorando... gente que entrava e sahia... Enfim, tudo muito bom do lado do palco. Que não fique só nisso, são os nossos desejos.”
*Este comentário foi publicado no jornal “VOZ DO SUL”, número 25, de 10/05/31, em sua última página e circulava com quatro páginas.
* VISITANTES ILUSTRES PRESTIGIAM O TEATRO
Na noite de 26 de maio de 1931, no Edifício do “Cinema Goyanaz”, foram levados à cena duas peças teatrais, por um grupo amador de nossa cidade, o qual, segundo o referido jornal foi efusivamente aplaudido pela platéia.Comenta o jornal “Voz do Sul”, nº 28 de 31/5, esta representação foi honrada com a presença dos três representantes do Governo, os quaes se mostraram satisfeitos com o êxito brilhante que os interpretes deram aos respectivos papéis. Na manhã seguinte – dia 27 – os ilustres hóspedes regressam à Capital, deixando, em meio, agradabilíssima impressão e saudade dos dias felizes que proporcionaram à cidade. Os três interventores aqui estiveram para inaugurar um estabelecimento de ensino, equiparado (na época) à Escola Normal. E, por falar em “Escola Normal”, saia no número 35 de “Voz do Sul”, o Regulamento das autoridades responsáveis pela Educação em nosso País, disciplinando a nova ortografia:1. Eliminar as consoantes mudas. Exemplo: fruto, sinal, cetro.2. Eliminar consoantes dobradas. Exemplo: ele, belo, Sábado.3. Conservar os ss e rr. Exemplo: russo, carro..4. Conservar os cç com som distinto. Exemplo: sucção, secção.5. Eliminar o h mudo mediano. Exemplo: sair, compreender. Ao lado dos espetáculos teatrais, a população de Anápolis assistia, com freqüência, corridas de calhambeques, participava das Festas do Senhor Bom Jesus, etc. E, também, números de ginásticas, acrobacias e dramas, como: “O Sétimo Céu”, “Rosas de Nossa Senhora”, “Silvo o Cigano”, “O Ferro em Brasa”, “O Céu Uniu Dois Corações”, e outros características dos circos da época que sempre aportavam na região. Dois deles eram inclusive, admirados pela população: CIRCO “URANO” e “BACIOCCHI”. Os anos 30 foram duramente marcados por graves questões políticas. O operariado tomava, pela primeira vez em larga escala, consciência de classe e os pronunciamentos políticos eram os mais controvertidos. Nas tipografias de nossa cidade vendiam-se exemplares, a preços módicos, o “O Capital” do Sr. Karl Max”, como era conhecido. E anúncios desta obra traduzida para todos os idiomas aparecia nos jornais. É a época em que surgem publicações expressivas, como: “O TICO TICO” (Para todos as idades) e “O MALHO”.Já estamos em agosto de 1932. E no “VOZ DO SUL” nº 90 edição de 14 deste mes, achamos, em destaque, a nota abaixo:“THEATRO – Na próxima quinta-feira, será levada à scena uma boa peça theatral no Cina-Goyanaz desta cidade, com 15 figuras.Só de senhoritas se compõem o drama – “Amor Fraternal” – cuja bilheteria pertence a Associação de S. Vicente, local, que si empenha, actualmente, na construção de um Asylo para os mendigos.Muito se espera de bom êxito da peça, de vez que os respectivos ensaios estão entregues aos cuidados de u dos mais competentes actores brasileiros, Sylvio Lage, cujo nome é ássas conhecido da platéia nacional.Todos devem, comparecer aquela noite no Cine, não somente para construir com seu obulo à Assossiação, senão pela diversão, que promette ser exellente”.Já no dia segunte número, datado de 21 de agosto eis o comentário:“Não se pode passar em silêncio o festival levado a affeito, quinta-feira, no “Cine-Goyaznaz” pelo corpo docente do Grupo Escolar local e outras senhorinhas da elite anapolina, em beneficio dos pobres collocados sob a bandeira da Conferência do Vicentina. Attendendo-se ao nobilismo fim do festival, antes das 8 horas, o vasto salão estava repleto do que Annapolis tem de mais seleto.O drama em 4 actos, intilulada “Amor Fraternal” iniciava do ilustre bem enterpretado por toda as distinctas senhorinhas que nelle tomaram parte. A protagonista da importante peça theatral foi a Profª Diva Silva. O papel da rainha dos Vendalos desempenhado pela intelligente Prof ª Zanira Campos nada deixou a desejar.Nos intervalos, a execellentes banda de música regida pelo competente maestro Antônio Branco executou magnificas peças. Para terminar o festival, encarou o auditório com lindas e maviosas conconêtas a senhorinha Ondina Silva, alma da Escola Normal. Parabens, pois, a todas as moças que tão desenteressadamente concorreram para o alívio e conforto dos nossos pobres, prendendo ao mesmo tempo, nossa atenção com tanta graça e arte.Década de 70:Evidente que de Santana do tempo das Antas à Anápolis industrial, muita coisa mudou. Conscientes já, de que um período de evolução acelerada como o nosso, em que os antigos modelos mostram-se tão rapidamente superados, é preciso saber respeitar às origens para reconquistar a noção exata do que é essencial e não deve ser abandonado a abertura de novos caminhos e conquistas. Se compararmos o que foi realizado, até agora, em termos culturais, 76 pode ser considerado de grande importância para a geração jovem que tenta fazer teatro. Será amparo oficial, sem experiência, sem dinheiro, os grupos (que em Anápolis somam cinco oficialmente registrados) lutam por sua sobrevivência, mas ao mesmo tempo de desconfiam das promessas que lhe podem oferecer.O que eles querem é um teatro, um local onde possam mostrar o seu trabalho, onde possam ensaiar, etc.Para o diretor do TEMA (Teatro Moderno de Anápolis), José Olimpio, falta apoio, falta um pouco mais de interesse pela arte; lembra, ele, que nos idos de 62, Anápolis era símbolo cultural de Goiás, tudo acontecia em Anápolis, valorizava-se as manifestações, artísticas, promovia-as, incentiva-as. E hoje? Hoje é diferente, prossegue, os órgãos públicos estão alheios ao momento, não participam, quando tem que se gastar algum dinheiro, vão logo dizendo que não tem, é sempre assim.Para o jovem diretor do GRUPO BORBOLETA, George Duarte, que faz questão de dizer: “meu nome não é inglês, sim grego, e significa (George) “o marido do mundo”. A juventude acredita demais no Amaral Neto, nas multicoloridos comerciais da TV, e prossegue, no momento em que o jovem sair desse mundo fantasma e começar a vê-lo tal como tal como é, aí sim, é possível um salto maior no maior sentido, cultural, será possível uma luta mais ampla, porque será também um novo jovem, e logicamente, um novo tempo. Com isso, ele descreve os objetivos do seu teatro, no que diz “deve ser participante, nunca alheio aos problemas da comunidade”. Mostrar os valores nacionais é o primeiro objetivo do Grupo Einstein de Teatro, que segundo Tauny Mendes, o diretor, a melhor maneira de conquistar o público é falar a sua linguagem, fazer o seu jeito, e somente com autores nacionais, e peças populares o objetivo pode ser conseguido, salienta ainda que, não visam autores estrangeiros, nem montagens difíceis ou dispendiosas.Para Hélio Gonçalves, diretor do TICO, o importante é divulgar a arte, é preciso que a juventude lute, batalhe por uma conquista, por um lugar onde possa desempenhar o seu papel.Para nós, do GTS – Grupo Teatral do SESC, concordamos que fazer teatro é fazer o povo se sentir, em primeiro lugar; concordamos com alguém que disse: “Gota D’água” de Chico e Paulo está alienada. Como ser popular se o cara paga trinta contos para poder ver? Morador do BNH, que mal para as prestações, não ousaria gastar tanto. Como fica? Concordamos com alguém que disse: teatro é povo que faz. Mas será que só a classe média é povo? E as outras classes? – concordamos que o teatro tem que ser total, ou é ou deixa de ser; só é válido quando participa do povo e o povo participa do que se passa, sem usar truques, sem mágicas, deve ser o que é.É muito complexo o que seja fazer teatro, o que é válida hoje, não o é amanhã, então o teatro tem que acompanhar a complexidade senão corre o risco de distância do povo, aí seria o fim.Partindo dessa análise, onde procuramos situar pretensões em termos de trabalho.GRUPO EINSTEIN DE TEATRO sem primeira apresentação será agora na primeira quinzena de agosto, com a peça de Júlio Moreno e Adaí! Viana, cariocas, “A VIÚVA DO TIBÚRCIO” com: Vera Lúcia, Lourenço Dias, Harley – Tenesse de Busby, Carlos Salvador Lemos, Remer Almeida Santos, Tauny Mendes e Leni Bueno Monteiro no papel de viúva de tibúrcio. O Grupo Einstein é sustentado pelo Colégio que lhe empresta o nome, e promete para o próximo mês, a inauguração de sua casa de espetáculos na Miguel João. O Profº Lucas Gonçalves tem se mostrado com a melhor disposição para o pessoal, que pode se criado no carinho com que os trata.O pessoal da técnica já está formado, são pessoas novas, dispostas a batalhar pela arte de comunicar na terra de Santana: Valdivino Bittencurt, Maria do Carmo Teófilo, Sônia Paula, Washington Rabelo e Afonso Rodrigues Júnior. Os artistas do Einstein contam com uso relativo conforme, local certo de ensaios, lanches após os trabalhos etc. É um grupo novo, mas que promete muito, e que pode projetar a arte e a cultura de nosso povo, se permanecer recebendo a ajuda e o incentivo que até agora lhe vem dispensando o Profº Lucas.GTS – Grupo Teatral do SESC: de 74-76 – Estudos Intensivo de Teatro por todos os seus 25 componentes.76 – Teatro ao Encontro do Povo com a peça! A Cidade da Nutrição – 14 apresentações, feitas em praça pública, nos bairros de Anápolis, direção de Toninho Honorato. Com Mauride Castro, Silva Júnior, Ana Queiroz, Roberto Pacheco, Júlio Cesar, Isaac Alarcão, Rejane Mamede, Cássia Piazarolo e outros.Fizeram parte da equipe; João Paulo, Emanoel Sabag, Zeneide Lucena, Aurora Borges, Bene Dytone, Martinho Mariano e Heluir Gonçalves. Ainda em 76 a peça “O Rapto das Cebolinhas” de Maria Clara Machado. Direção de Ana Queiroz, com Silva Júnior, Heluir Gonçalves, Martinho Mariano, Bene Dytone, Márcia Maria Aparecida e Édson Cândido.76 – A peça : “Onde Reina a Liberdade” de Toninho Honorato e Direção do autor, com Ana Queiroz, Roberto Pacheco e outros.77 – a peça: “O Auto da Cobiça” de Altimar Pimentel e direção de Toninho Honorato, com Edson Cândido, Silva Júnior, Adegmar, Bene Dytone, Aurora Borges, Ana Queiroz, Roberto Pacheco, Martinho Mariano.77 – A peça: “Álbum de Família” de Nelson Rodriguess, com direção de Toninho Honorato, com Ana Queiroz, Joana Moreira, Jonathas Tavares, Roberto Pacheco, Isaac Alarcão...Fim do GTS – Grupo Teatral do SESC79 – Novo Grupo do SESC – A peça: “Putz, A Menina Que Buscava o Sol” de Maria Helena Küner com Joana Moreira, Silva Júnior, Ino Cruz, Eduardo, Ubirajara, Celso, Vania, Paulo Celi, etc, - além das apresentações em Anápolis esta peça foi apresentada no Teatro Goiânia e participou do Festival Nacional de Teatro Infantil em Campinas – SP.79/81 – Nasce o Grupo Popular de Teatro – POPULARTE na direção de Silva Júnior, com a peça: “Chico Rei” de Walmir Ayala e direção de Silva Júnior, no elenco: Silva Júnior, Ino Cruz, Shirley e outros, esta peça foi patrocinada pelo então Serviço Nacional do Teatro.Na década de 80 surgem vários grupos como o Phrestas, Urano, Pessoal do Abre a Porta, etc. Ao todo uns quinze grupos atuantes. Acontecem várias mostras de teatro. Surgem novos artistas, que começam a se destacarem como: Ademir Faleiros, Gláucia Silva, Beto Faleiros, Washington Gomes, Arnald de Faria, Leão, Victor, Gladson Charles, Francisca Irene, Shirley, Roberto Brenner (digo Roberto Dionísio), Giovani Troncone, Gabriele Hamsés, Edson Carvalho, Edson Nunes, Ivaildo Alves, Fabô Souza e muitos outros.A década de 80 foi a década da efervescência cultural em Anápolis. Muito se fez, muito se discutiu, muito se aprendeu...Muito se destacou o pessoal da cultura, principalmente do teatro.Anápolis exportou atores para Goiânia, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, etc. A maioria com formação no período de 70-90. Hoje temos atores trabalhando com teatro até no exterior.82-83 – Chic & Chato Produções com o Show de Comédia: “Chic e Chato, os Desordeiros” com Ino Cruz e Silva Júnior (criador e diretor).83-84 – Nasce o Teatro Urgente com a peça “O Inspetor Geral” de Nicolal Godoi. Direção de Jonathas Tavares (também ator). Com Odilon Alves, Silva Júnior, Ino Cruz, Aurora Borges, Ana Queiroz, Joana Moreira, Jarléo Valverde, Marcos Amaral, Lucimar e outros.86 – Pelo POPULARTE – Grupo Popular de Teatro “Caxuxa” – de Ronaldo Ciambroni. Direção de Silva Júnior, com Eunice Lara, Ivaildo Alves, Fernando Miranda, João Batista, José Curado, e Silva Júnior.Esta peça viajou pelo médio norte goiano (hoje Tocantins) fazendo o Circuito Timbá de Teatro.86 – Teatro Urgente – Com a peça: “Navalha na Carne” de Plínio Marco, direção de Jonathas Tavares, com Joana Moreira, Odilon Alves e outros.86 – Maria Barbuda, A Filha Feia da Reforma Agrária – Criação e direção de Roberto Dionisio (Brenner) e Giovani Tronconi.86 – O Pequeno Príncipe – com direção de Arnald de Faria e Edson Cândido.86 – A Graxa na Praça – com Washington Ribeiro e outros.87/89 – Companhia de Teatro Bokemboca e a pela: “O Polêmico Bocage, do Erótico ao Poético”, com criação direção de Silva Júnior e no elenco Silva Júnior e Washington Ribeiro, apoio técnico: Gláucia Silva, Fernando, Wellington Pinelli e Carlos Cesar.89 – Companhia Teatro Bokemboca com a peça: “Libel, a Sapateirinha” e Jurandyr Pereira e direção de Silva Júnior. Com Washington Ribeiro, Regina e outros.
Em fase de pesquisa a história do teatro entre os anos de 1.990 e 2.009.
Teatro Anapolino =* Principais nomes = .Toninho Honorato, .Professor Roland, .Tauny Mendes, .José Olímpio, .Mauri de Castro, .Jônathas Tavares, .Silva Júnior, .Ademir Faleiro, .Washington Ribeiro, .Édson Carvalho, .Édson Nunes, .Benedito Pereira, .Hermogênia Eleutério, .Francisca Irene, .Ana Queiroz, .Ison Araújo, .Beto Faleiro, .Édson Cândido, .Ino Cruz, .Gláucia Silva, .Natalina Fernandes.
Espaços de Cultura = Teatro Municipal de Anápolis = = ETA-Escola de Teatro de Anápolis = = CAT-Companhia Anapolina de Teatro == Escola de Artes "Osvaldo Verano" =
Artes Plásticas =* Principais nomes = .Osvaldo Verano, .Loures. .Antônio Sibasoli, .Sebastião SCarolva - Tião Carolva, .Zeneide Lucena, .Valdson Ramos, .Isaac Alarcão, .Chrisnamurt Silva (o Muth), .Aparício Silva, .Emanuel Sabag, .Napef, .Elias, .J. Benedito, .Glélia
Música =* Principais nomes = -Maestro Farinelo, -Maestrina Volga Lena, -Sinhozinho, - IsmarFerraz, -Nane, -Jerominho, -Adriana Moreno, -Roberto Brenner
Cantores evangélicos = * Principais nomes = .Daniel e Samuel, .Claudio e Valdson, .Ruth e Raquel, .Ilza Magda, .Sebastião Santos, .Orivânia, .Vanessa
Escola de Música de Anápolis == Banda "Lira de Prata" == Banda Sinfônica da Base Aérea de Anápolis == Orquestra de Violeiros == Banda Marcial =
Dança =*Principais nomes = .Elza Cavalcante, .Cida Lino, .Professora Zulma, .Professor Maurício Sales= Escola de Dança de Anápolis = = Corpo de Baile do Teatro municipal =
U.L.A.- União Literária Anapolina =* Principais escritores = .Ursulino Leão, .Haydeé Jaime, .Dna. Loló - Laurentina, .Murici de Medeiros, .Natalina Fernandes, .Paulo Nunes Batista, .Juscelino Polonial, .Iron Junqueira, .Dr. Olímpio Ferreira Sobrinho
Pesquisa de: José Evangelista da Silva (Silva Júnior).